Selecionador Nacional, professor José Santos, faz balanço da participação portuguesa

 

No final da participação portuguesa nos Campeonatos Mundiais de Atletismo, em Doha, no Qatar, o selecionador nacional, professor José Santos, fez um primeiro balanço rápido da participação portuguesa.

 

A recordista de Portugal conseguiu a sua melhor classificação de sempre em Campeonatos Mundiais de Atletismo

 

A final do triplo-salto dos Campeonatos Mundiais de Atletismo, em Doha, no Qatar, foi uma das melhores e a recordista nacional, Patrícia Mamona, estava preparada para ela. Mostrou isso logo no primeiro ensaio, com 14,40 metros, mas esse esforço trouxe-lhe problemas.

 

“Senti logo o meu posterior. Algo não estava bem. Fui sempre sentindo dores e tentei gerir ao máximo, até porque tinha todos os saltos”, referiu a atleta.

 

Português lançou 19,52 metros, sendo 17º no grupo

 

A participação portuguesa no sétimo dia dos Campeonatos Mundiais de Atletismo, que se estão a realizar em Doha, no Qatar, terminou com a presença de Francisco Belo na qualificação do lançamento do peso.

 

Susana Costa e Evelise Veiga também competiram em Doha

 

Patrícia Mamona foi a melhor das portuguesas na qualificação do triplo-salto dos Campeonatos Mundiais de Atletismo, que se realizam em Doha, no Qatar, ao ser sexta classificada no grupo A, com a marca de 14,21 metros (v: 0,4 m/s), sendo a 10ª classificada no agregado dos resultados.

 

Irina Rodrigues e Liliana Cá não conseguiram chegar à final do lançamento do disco

 

A primeira a entrar em competição, no Grupo A, foi Liliana Cá, que tinha sido convidada pela IAAF para participar nestes mundiais, e que terminou em 12º lugar do grupo, em 54,31 metros.

 

Já Irina Rodrigues competiu no grupo B e também não foi feliz. A portuguesa lançou a 56,21 metros, terminando em 13º lugar no grupo. A última marca das qualificadas para a final foi de 62,25 metros, distância à qual a portuguesa nunca chegou esta época.

 

Patrícia Mamona, Susana Costa e Evelise Veiga em momento histórico para Portugal

 

Quando baterem as 16.40 horas em Doha, no Qatar (14.40, hora de Lisboa) do dia 3 de outubro, amanhã, sétimo dia dos Campeonatos Mundiais de Atletismo, Portugal viverá um momento histórico, com a participação de três atletas na qualificação do triplo-salto. Patrícia Mamona, Susana Costa e Evelise Veiga tornar-se-ão as três primeiras portuguesas das chamadas disciplinas técnicas que chegam a este patamar em grandes campeonatos.

 

Finalistas europeias, Irina Rodrigues e Liliana Cá, enfrentam a qualificação 

 

Nos últimos Campeonatos da Europa, em Berlim, Portugal conheceu a presença de duas atletas, e ambas disputaram a final do lançamento do disco, através de Irina Rodrigues e Liliana Cá. Foi um momento inédito. 

 

Este ano, as duas atletas protagonizam novo feito, a competirem ambas nos Campeonatos do Mundo de Doha’2019.

 

Terminou em nono lugar a prova de 20 km marcha

 

A prova dos 20 km marcha de hoje conheceu a presença de uma Ana Cabecinha que precisava de muita “cabeça” para competir. Numa prova que, segundo a própria IAAF, começou com uma temperatura de 32,3 graus de temperatura, e 75.2% de humidade, a portuguesa Ana Cabecinha terminou com a marca de 1:36.31 horas, nona classificada, segunda europeia.

 

Pela primeira vez na história dos mundiais um salto acima de 17,60 metros não chegou para o pódio  

 

Pedro Pichardo terminou os mundiais de Doha’2019 no lugar mais ingrato, o quarto! Fora do pódio. Com um concurso forte, Pichardo saltou 17,62 metros, a sua melhor marca da temporada. Contudo, Christian Taylor, acabou por defender o título com um salto de 17,92 metros, derrotando o compatriota Will Claye, que fez 17,74 metros, enquanto a surpresa surgiu com o atleta de Burkina Faso, Hugues Fabrice Zango, que saltou 17,66 metros, recorde de África! 

 

O momento mais alto da carreira de João Vieira

 

Aos 43 anos de idade, João Vieira conseguiu a melhor classificação da sua carreira e fê-lo numa prova de condições extremamente adversas, mas que a sabedoria e a experiência do atleta souberam utilizar para conseguir a medalha de prata.

 

Com esta prestação, João Vieira tornou-se o mais velho medalhado da história dos Campeonatos do Mundo e subiu ao segundo lugar dos atletas com mais presenças na competição!

 

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