Sétima classificada em 24 seleções, equipa portuguesa foi a primeira das não apuradas

 

Tendo terminado os quartos-de-final como a melhor das seleções, Portugal ficou integrado no primeiro Encontro das meias-finais do DNA, onde defrontou seleções muito fortes, que competem na SuperLiga do Campeonato de Seleções, acabando por ser quarto classificado na última corrida, perseguição, a posição em que partiu, com uma desvantagem de sete segundos. 

 

Contudo, a estafeta portuguesa de perseguição (que sai de Minsk com uma marca que mais ninguém conseguiu bater, até ao momento: 4.24,94 minutos), que partiu com sete segundos de desvantagem, terminou em 4.34,24 segundos, sendo depois retirados os sete segundos da desvantagem, sendo creditada com uma marca de 4.27,24 segundos, a quarta melhor das meias finais (!), apenas a 1,37 segundos do tempo efetuado pela formação da Ucrânia, a melhor das meias finais.

 

Portugal ficou ainda atrás da França e da Alemanha, seleções que tiveram mais um dia de descanso que a formação portuguesa (tal como a Ucrânia).

 

Nos resultados individuais, Carlos Nascimento termina com a melhor marca do DNA nos 100 metros, 10,26 segundos, confirmando plenamente a sua medalha de ouro; e Evelise Veiga mostrou uma atitude competitiva acima de qualquer dúvida, fechando a participação no comprimento com a marca de 6,26 metros, com um triunfo sobre a ucraniana Marina Beck, a única que infligira uma derrota à sportinguista, no primeiro dia de qualificações.

 

Ainda nas corridas, Lorene Bazolo foi segunda classificada, com 11.47segundos nos 100 metros.

 

As restantes participações portuguesas não alcançaram a primeira metade da classificação, com Olímpia Barbosa a ser quarta nos 100 m barreiras (13.57 segundos); Tiago Pereira, fez 2,05 m em altura (prova marcada por forte chuvada); Cláudia Ferreira foi sexta no lançamento do dardo, com 51,38, uma das suas melhores marcas de sempre; Vitor Korst terminou em sexto lugar nos 110 m barreiras (15,10 segundos, o seu melhor registo); e a estafeta mista de Portugal não foi além da sexta posição com 3.24,13 minutos.

 

Assim, em conclusão, neste formato DNA, tendo entrado na competição na 13ª posição das 24 seleções presentes, Portugal fechou a sua prestação no sétimo lugar, à frente de seleções como a Espanha, Turquia, Hungria, Grécia e Rússia.
 

Resultados completos na página da competição